quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Dada a largada para a prevenção do Câncer de Mama em Petrolina, PE

O Médico Gray Portela destaca que o câncer de mama representa 60% dos atendimento no Centro de Oncologia (Foto: Amanda Franco/G1)O Médico Gray Portela destaca que o câncer de mama representa 60% dos atendimento no Centro de Oncologia (Foto: Amanda Franco/G1)
Foi lançada nesta quinta-feira (3) pela Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami) em Petrolina, no Sertão pernambucano, a Campanha Outubro Rosa. O objetivo é promover a conscientização ao disgnóstico precoce do câncer de mama. Apesar de ter o mês de outubro dedicado à causa, os médicos lembram que é preciso prevenir durante todo o ano.
Na região do vale do São Francisco, a incidência da doença é alta, segundo o oncologista, Gray Portela. “O câncer de mama corresponde a 60% dos atendimentos do Centro de Oncologia. Ele é uma das principais doenças oncológicas da nossa região e quando eu falo em mulheres é a doença mais frequente”, destacou o médico.
Entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença estão o tabagismo, o sedentarismo, a ausência de gravidez e de amamentação e os fatores genéticos. “A mulher precisa movimentar-se, fazer atividade física frequentemente. A gravidez e a lactação protegem a mulher de certa forma deste tipo de câncer. Quanto à genética, é algo que não temos como mexer, geralmente há uma predisposição em pessoas que têm um parente em primeiro grau com a doença”, explicou Gray Portela.
Dinheiro será revertido para a construção do Hospital Dom Tomás (Foto: Amanda Franco/G1)Dinheiro será revertido para a construção do Hospital
Dom Tomás (Foto: Amanda Franco/G1)
Apesar de afetar, em sua maior parte, as mulheres, o câncer de mama também tem incidência no público masculino. Segundo o médico, a cada 99 mulheres, um homem apresenta a doença. “A incidência de câncer masculino está aumentando na região, mas ainda não sabemos o porque”, ressalta Gray Portela.
O câncer de mama se descoberto no início aumenta a chance de cura. “Existe um grande preconceito das mulheres em realizarem mamografia de rotina e ultrassom da mama, principalmente com maior idade. Infelizmente pegamos casos de câncer em fase avançada, em que não consigo mais operar ou pensar em cura. Daí a importância do Outubro Rosa”, disse.
Até o final de outubro serão feitas palestras nas unidades de saúde de Petrolina. Além disso, a Apami organiza a caminhada e corrida Outubro Rosa, que já está na sua 4ª edição. O dinheiro arrecadado será revertido para o Hospital Dom Tomás, no bairro Gercino Coelho, que atenderá pacientes com câncer. As inscrições para a 4ª Caminhada e Corrida Outubro Rosa devem ser feitas no http://www.outubrorosa.sescpe.com.br/

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Eventos para o público infantil e de dicas de saúde são feitos em Petrolina

Três programações serão oferecidas gratuitamente neste mês de setembro em uma livraria de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Os eventos são 'Momento Saúde', o 'Encontro de Colorir' e a 'Contação de Histórias'. Todos são gratuitos, dois deles voltados ao público infantil e o estímulo da criatividade e a leitura, e outro com foco na divulgação de conhecimentos na área de saúde.
Com o tema 'A voz e seus problemas mais frequentes: como evitá-los', no dia 3 de setembro, às 19h20, será promovido o 'Momento Saúde'. O público terá acesso a informações sobre uso adequado da voz, os cuidados que devem ser tomados e as principais doenças existentes. A explanação do assunto ficará por conta da fonoaudióloga, Jaydenysse Melo.
As crianças também terão oportunidade de aproveitar o 'Encontro de Colorir' no dia 5 de setembro, a partir das 16h, com o blogueiro e designer, Renato Oliveira. Na ocasião vai ser realizado o lançamento de um bloco para colorir e haverá uma bate-papo com o tema: colorindo caminhos para o bem-estar mental, além de um workshop com dicas e técnicas de colorir.
No 6 de setembro, a partir das 16h, o público infantil poderá participar ainda de mais uma edição da 'Contação de Histórias'. A leitura será feita por Patrícia Lira, seguindo a temática: 'História: Brasil de canto a canto'.
Serviço:
Local: Livraria SBS
Endereço: Avenida da Integração, nº 1214, Petrolina.
Contato: (87)3035-2429
Entrada gratuita

Professores protestam contra atrasos de salários em Araripina, PE

Professores fazem protesto em Araripina, PE (Foto: Ednardo Blast/ TV Grande Rio)Professores fazem protesto em Araripina, PE 
Professores e alunos protestaram com faixas nesta quarta-feira (2) pelas ruas de Araripina, no Sertão de Pernambuco. A cobrança é pelo pagamento dos salários atrasados dos servidores da educação e uma maior valorização profissional da categoria.
Alunos apoiam a mobilização dos professores em Araripina (Foto: Ednardo Blast/ TV Grande Rio)Alunos apoiam a mobilização dos professores
em Araripina (Foto: Ednardo Blast/ TV Grande Rio)
Segundo informações do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Araripina, os salários estão atrasados há três meses. Além disso, os motoristas que fazem o transporte escolar também estão sem receber os salários há cinco meses. Por conta desta situação, os alunos também apoiaram o movimento realizado pelos servidores.
Eontato com a Secretaria de Educação do Município de Araripina, mas não houve retorno da gestão.

EU ENROLANDO

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Ações de combate ao barbeiro são intensificadas em Petrolina, no Sertão

No Norte, condições inadequadas de processamento e preparo de alimentos fazem com que o inseto barbeiro (Triatoma infestans e suas variáveis) ou suas fezes contendo o parasita Trypanosoma cruzi sejam ingeridas, levando à contaminação. (Foto: Wiki Commons )A doença de chagas é transmitida pelo barberio
(Foto: Wiki Commons )
Os Agentes de Combate às Endemias de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, intensificaram nas últimas semanas as ações de combate ao barbeiro, inseto transmissor da doença de chagas. Das 20 áreas da Zona Rural da cidade, classificadas como prioritárias para receber à visita dos profissionais, 14 já foram vistoriadas. A próxima etapa para as comunidades que já foram inspecionadas, é a borrifação nas casas onde o inseto foi encontrado. A expectativa é de que os trabalhos sejam realizados até o mês de dezembro.

Segundo o gerente de endemias do município, Jailson Araújo, durante a primeira etapa é feita uma vistoria nas residências para verificar a presença do barbeiro. “Nossa equipe é treinada e já sabe os locais onde o inseto costuma ficar. Procuramos embaixo de colchão, atrás de quadros, móveis, chiqueiros de galinha, nas frestas das casas de taipa. São nesses locais onde eles costumam ficar. E quando não achamos o barbeiro, conseguimos identificar vestígios do inseto”, explicou.

Em caso positivo, o inseto é enviado para o laboratório onde será realizado o exame para saber se está ou não infectado. “Nós fazemos a coleta e o barbeiro é examinado. É feita a classificação da espécie, o sexo, a idade, se é adulto, além do exame do intestino para saber se as fezes têm o protozoário”, detalha o gerente. Este ano, apenas um caso deu positivo na localidade de Serra da Santa.

Se o barbeiro estiver infectado com o protozoário da doença de chagas, os agentes de endemias realizam o encaminhamento para a equipe de saúde que irá prestar a assistência necessária. Os profissionais ainda fazem a sorologia, coletando o sangue de todos os moradores da casa para saber se algum foi infectado. Se houver, é feito o encaminhamento para o serviço de referência.

Mapeamento
As 20 localidades foram selecionadas pela Secretaria do Estado de Pernambuco, por serem consideradas áreas com maior incidência para proliferação do barbeiro. “O estado tem um banco de dados baseado em pesquisas anteriores. Como um dos critérios, eles escolhem as áreas que já apresentaram resultados positivos. Mas, isso não quer dizer que vamos fazer somente esses locais. Nós observamos a necessidade de fazer o trabalho em outras regiões. Então, nós ampliamos o raio porque verificamos a importância”,  disse Jailson.

As localidades atendidas são: Pau Ferro, Izacolândia, Lajedo, Caldeirão II, Capim, Olho d’ Água da Bela Vista, Serra da Santa, Santa Fé, Barra Franca, Romão, Cruz, Simpatia, Boa Vista I, Muquém, Terra Nova, Picos, Serrote do Urubu, Poço da Cruz, Nova Descoberta e Rajada.

Equipe intensifica fiscalização de combate a doença de Chagas em Muzambinho. (Foto: Reprodução EPTV / Michel Diogo)Fiscalização de combate a doença de Chagas. (Foto: Reprodução EPTV / Michel Diogo)
Combate ao barbeiro

A segunda parte do trabalho consiste na borrifação. “A partir do dia 11 de setembro vamos realizar a borrifação nas 14 localidades já visitadas. Como as outras áreas são muito grandes, preferimos fazer  por etapas e vamos logo contemplar essas regiões. Até porque, a população fica apreensiva esperando a borrifação para interromper o ciclo de transmissão da doença”, argumenta Jailson Araújo. 

Apesar de todo o trabalho realizado pelos agentes de endemias, Jailson destaca que é comum encontrar o inseto na Zona Rural do município. “De 50 casas que visitamos, no mínimo 10 estão infectadas. A positividade é de 20%”, ressalta o gerente.

Doença

Ainda de acordo com Jailson Araújo o número de casos da doença de chagas na região ainda é grande.”Infelizmente é difícil o diagnóstico na fase inicial porque os sintomas são semelhantes aos de outras patologias e essas pessoas não procuram os sistemas de saúde. Quando se descobre, já está na fase crônica, com o comprometimento dos órgãos. Os registros oficiais ainda são poucos, mas, extraoficialmente, sabemos que é muito maior”, garante.

Geografia dos Continentes (Europa - África - Ásia)

EUROPA


O continente europeu é um dos menores continentes, superando somente a Oceania, diante disso, ocupa uma área territorial de 10.530.751 quilômetros quadrados que corresponde a 7% das terras emersas do planeta, esse continente possui uma particularidade, está fisicamente ligado à Ásia, juntos são conhecidos como Eurásia.

Outros definem a Europa não como um continente mais sim como uma imensa península, devido o seu litoral recortado. A Europa está localizada no oeste da eurásia, seu território permanece quase em sua totalidade no oriente, acima do paralelo do Equador, ou seja, no hemisfério norte. O território desse continente se limita ao Oceano Glacial ao norte, com os mares Mediterrâneo e Negro ao sul, Oceano Atlântico a oeste e com os Montes Urais, o Rio Ural e o Mar Cáspio no leste.

No continente europeu existem muitos países, dentre esses o de maior território é a Rússia, com 40% da área total, o restante abriga 40 países, na maioria pequenos. Apesar de muitos países europeus possuírem territórios relativamente restritos, tornaram-se verdadeiras potências políticas e econômicas mundiais, tais como Reino Unido, Alemanha, França e Itália, que fazem parte do G-8 (grupo dos países mais ricos do mundo)


Quanto às características físicas ou naturais, a Europa apresenta uma série de particularidades, diante disso apresentamos os principais aspectos do relevo, hidrografia, clima e vegetação.

Relevo


O relevo europeu é constituído basicamente por duas unidades de relevo que são as planícies e os maciços antigos, ocupando especialmente o centro e o norte do continente. Existem também os dobramentos modernos que são compostos por áreas montanhosas, provenientes do pouco tempo de processo erosivo, portanto sofreu pouco desgaste, essa característica é comum desde o sul até a Península Ibérica.

Dentre os dobramentos modernos e de relevo mais elevado os principais são: os Pireneus, ocupa uma área de 450 quilômetros entre os limites territoriais da França com a Espanha, em alguns pontos as altitudes podem atingir 3.000 metros. Os Alpes, ocorre em uma extensão de 1.100 quilômetros e atravessa o território da França, Itália, Alemanha, Suíça e Áustria; e o ponto mais elevado é o Monte Branco com 4.807 metros. Os Apeninos se encontram na Itália e percorrem o território de norte a sul, em pelo menos 1.500 quilômetros, essa região abriga vulcões sendo que alguns são ativos. Cárpatos ocorre nas terras da Eslováquia, Polônia, Ucrânia e Romênia e o Cáucaso está situado entre o Mar Negro e o Mar Cáspio nos territórios da Rússia, Geórgia, Armênia e Azerbaijão



Hidrografia

Devido à composição climática existente na Europa os rios presentes no continente são relativamente pequenos quanto a seu curso e volume, apesar das limitações, esses mananciais foram sempre muito importantes para as atividades desenvolvidas na região, especialmente por se tratar de rios navegáveis. Nesse sentido, os rios principais do continente europeu são: rio Reno (1.300 km de extensão) que nasce nos Alpes; Sena (770 km de extensão), sua nascente está localizada ao sudeste de Paris; Ródano (800 km de extensão), nascente nos Alpes suíços; Volga (3.531 km de extensão), nasce a noroeste de Moscou e Danúbio (mais de 2.800 km de extensão), nasce nos Alpes alemães.

Clima

A Europa está localizada na zona temperada da Terra, dessa forma, apresenta climas de temperaturas mais amenas, dentre as particularidades de cada região podem ser identificados diversos tipos de climas, sendo que os principais são:

Clima de montanha: ocorre especialmente em áreas de relevo de grandes altitudes, como os Alpes e Pireneus, nessas áreas as chuvas são bem distribuídas durante todo o ano, essas se desenvolvem de forma mansa e rápida, os invernos são extensos e rigorosos, constituídos por nevadas e geadas.

Temperado oceânico: é formado por um elevado índice pluviométrico, especialmente na primavera e no inverno, e temperaturas amenas.

Temperado continental: ocorre no centro e leste da Europa, as chuvas desenvolvem com menos incidência que no temperado oceânico e amplitudes térmicas mais elevadas.

Subpolar: predomina em áreas próximas à região ártica, é constituída por duas estações bem definidas, sendo que o inverno é extremamente rigoroso e longo, com temperaturas que atingem -50ºC e verão com período bastante restrito, com temperaturas que variam entre 16ºC e 21°C.

Mediterrâneo: esse tipo de clima é típico do sul da Europa com verões quentes e invernos mais amenos em relação a outras regiões do continente, nesse há duas estações bem definidas, seca no verão e chuvosa no inverno.



Vegetação

A composição vegetativa da Europa é variada devido os diferentes solos e climas, desse modo, podem ser identificados diversos tipos de vegetações, dentre elas estão:

Tundra: essa cobertura vegetal é comum em regiões de clima subpolar, vegetação constituída por musgos, gramíneas, arbustos e liquens, flora proveniente da junção de fungos e algas.

Floresta coníferas: composição vegetativa constituída por pinheiros em áreas do sul.

Floresta temperada: é composta por pinheiros, além de árvores como a faia e o carvalho, esses vegetais têm característica de perder as folhas no inverno, conhecidos por floresta caducifólia.

Estepes: vegetação composta por herbáceas ou gramíneas provenientes dos solos férteis.

Vegetação mediterrânea: é composta por xerófilas, plantas típicas de regiões secas, tais como maquis e garrigues.

Conhecido como “velho mundo”, o continente europeu limita-se a oeste com o Oceano Atlântico, ao sul com o Mediterrâneo, ao norte com o oceano Glacial Ártico e a leste com a Ásia, sendo que os Montes Urais formam uma divisa natural nesta parte do continente.

A importância do continente europeu reside no fato de este ter sido o palco das maiores transformações da história da humanidade e de algumas de suas mentes mais brilhantes, como a Segunda Guerra, a Revolução Industrial na segunda metade do século XVIII e as teorias de Copérnico e Einstein, europeus que mudaram a história da ciência.

A geografia política da Europa é totalmente determinada pela história desse continente. Após inúmeros séculos de ocupações, invasões e revoluções, a Europa chegou ao seu formato atual, embora ainda instável em algumas regiões como a Geórgia, a questão Basca, etc.
Atualmente a mudança mais significativa é a formação do grande bloco econômico da União Européia (UE) que abrange 15 países do total de 48 do continente. Entre os países da UE foram abolidas todas as barreiras comerciais e de fronteira permitindo-se o trânsito livre entre estes países.



Por se localizar totalmente no hemisfério norte e com uma altitude que fica em torno de 340m, o continente europeu apresenta climas frios e temperados, divididos em três tipos principais: o oceânico que abrange a faixa da Noruega até Portugal, o clima continental em parte da Alemanha, e nos países bálticos até a Polônia, e o clima mediterrâneo nos países da costa, chegando até a França.

Esse clima propicia o surgimento das vegetações de Tundra mais ao norte, do bosque boreal ou de coníferas ao sul dessa área, bosques temperados nas regiões costeiras com uma variação na costa mediterrânea, apresentando espécies típicas desse local como as azinheiras e os sobreiros, e estepes que se estendem da Hungria até a Ucrânia. Embora seja o continente mais explorado pelo homem, ele ainda abriga uma quantidade considerável de espécies de animais e de vegetais, sendo que nas regiões montanhosas encontram-se espécies típicas como o alce e o cabrito montês.

A baixa altitude do continente e o clima não tão extremo quanto em outras partes do globo, facilitaram a ocupação do lugar por povos vindos de outras regiões da Europa que foram decisivos no processo de diferenciação da cultura, como por exemplo, os povos de origem germânica (Visigodos, Ostrogodos, saxões, etc.) que deram origem às chamadas “invasões bárbaras” durante os séculos IV e V.

Atualmente os descendentes desses povos, que formam a atual população européia, habitam uma área total de 10.349.915km² totalizando 745.500.000 pessoas (em 2000) fazendo da Europa o continente mais urbanizado do mundo.
Pertencem ainda ao continente europeu algumas ilhas distribuídas pela costa do Atlântico Norte e do Mediterrâneo como, as Ilhas Britânicas, Islândia, Sicília, Sardenha, Córsega, Creta, Malta e Chipre.

74% da população da Europa vive em cidades totalizando uma população de 551.670.000 pessoas com uma densidade de 72,03 habitantes/km², a maior do mundo. O PIB per capita fica em torno de US$12.813,00, podendo variar muito entre os países.

Por quase todo o continente sobressai o tipo caucasóide (branco) com algumas exceções de povos de origem mongolóide e as línguas predominantes são aquelas de origem latina como o francês e o italiano.

Quanto ao relevo, na região setentrional do continente encontramos bacias sedimentares, planícies e maciços montanhosos que se estendem até a região meridional onde se encontram os pontos mais altos do continente.

ÁFRICA


É o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e das Américas) com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) com cerca de 900 milhões de pessoas, representando cerca de um sétimo da população do mundo, e 53 países independentes.

A África costuma ser regionalizada de duas formas, a primeira forma, que valoriza a localização dos países e os dividem em cinco grupos, que são a África setentrional ou do Norte, a África Ocidental, a África central, a África Oriental e a África meridional.



A segunda regionalização desse continente, que vem sendo muito utilizada, usa critérios étnicos e culturais (religião e etnias predominantes em cada região), é dividida em dois grandes grupos, a África Branca ou setentrional formado pelos oito países da África do norte, mais a Mauritânia e o Saara Ocidental, e a África Negra ou subsaariana formada pelos outros 44 países do continente.


A África subsaariana corresponde à região do continente africano a sul do Deserto do Saara, ou seja, aos países que não fazem parte do Norte de África.
A palavra subsariana deriva da convenção geográfica eurocentrista, segundo a qual o Norte estaria acima e o Sul abaixo (daí o prefixo latino sub).

Efetivamente, o Deserto do Saara, com os seus cerca de 9 milhões de quilômetros quadrados, forma uma espécie de barreira natural que divide o continente africano em duas partes muito distintas quanto ao quadro humano e econômico. Ao norte encontramos uma organização sócio-econômica muito semelhante à do Oriente Médio, formando um mundo islamizado. Ao sul temos a chamada África Negra, assim denominada pela predominância nessa região de povos de pele escura.

O relevo africano, predominantemente planáltico, apresenta considerável altitude média - cerca de 750 metros. As regiões central e ocidental são ocupadas, em sua totalidade, por planaltos intensamente erodidos, constituídos de rochas muito antigas e limitados por grandes escarpamentos.

Os planaltos contornam depressões cortadas por rios, nas quais também se encontram lagos e grandes bacias hidrográficas, como as do Nilo, do Congo, do Chade, do Níger, do Zambeze, do Limpopo, do Cubango e do Orange.
Ao longo do litoral, situam-se as planícies costeiras, por vezes bastante vastas. Destacam-se, a oeste e nordeste do continente, as planícies associadas ao delta do Níger e a da Mauritânia-Senegal, respectivamente, a sudoeste, a do Namibe e a leste, a de Moçambique.

Na porção oriental da África encontra-se uma de suas características físicas mais marcantes: uma falha geológica estendendo-se de norte a sul, o Grande Vale do Rift, em que se sucedem montanhas, algumas de origem vulcânica e grandes depressões. É nessa região que se localizam os maiores lagos do continente, circundados por altas montanhas, de mencionar o Quilimanjaro (5895 metros), o monte Quênia (5199 metros) e o Ruwenzori (5109 metros).
Podemos destacar ainda dois grandes conjuntos de terras altas, um no norte, outro no sul do continente:
a Cadeia do Atlas, que ocupa a região setentrional do Marrocos, da Argélia e da Tunísia. É de formação recente a apresenta montanhas cujos picos chegam a atingir 4000 metros de altura; nesta região, o subsolo apresenta significativas reservas de petróleo, gás natural, ferro, urânio e fosfato.
a cordilheira do Karoo, na África do Sul. É de formação antiga, culminando nos Montes Drakensberg, com mais de 3400 metros de altura.
Completando uma visão do relevo africano, é possível observar ainda a existência de antigos maciços montanhosos em diferentes pontos do continente: o da Etiópia, formado a partir de erupções vulcânicas, o de Fouta Djalon e o de Hoggar, além de vários outros.

O Planalto Central Africano assinala o início de inclinação do relevo africano, do leste para o continente, que favorece a drenagem de bacias fluviais interiores, como as dos rios Congo, Zambeze e Orange.
O Equador divide a África em duas partes distintas: o norte é bastante extenso no sentido leste-oeste; o sul, mais estreito, afunila-se onde as águas do Índico se encontram com as do Atlântico. Quase três quartos do continente estão situados na zona intertropical da Terra, apresentando, por isso, altas temperaturas com pequenas variações anuais.

Distinguem-se na África os climas equatorial, tropical, desértico e mediterrâneo.
O clima equatorial, quente e úmido o ano todo, abrange parte da região centro-oeste do continente; o tropical quente com invernos secos domina quase inteiramente as terras africanas, do centro ao sul, inclusive a ilha de Madagascar; o clima desértico, por sua vez, compreende uma grande extensão da África, acompanhando os desertos do Saara e de Calaari.

O clima mediterrâneo manifesta-se em pequenos trechos do extremo norte e do extremo sul do continente, apresentando-se quente com invernos úmidos. No Magrebe, a agricultura é importante, cultivando-se vinhas, oliveiras, cítricos e tâmaras, enquanto que no sul, principalmente na península do Cabo, o vinho, introduzido pelos imigrantes franceses, no século XVII, é igualmente uma fonte de riqueza local.
A pluviosidade na África é bastante desigual, sendo a principal responsável pelas grandes diferenças entre as paisagens africanas. As chuvas ocorrem com abundância na região equatorial, mas são insignificantes nas proximidades do Trópico de Câncer, onde se localiza o Deserto do Saara, e do Trópico de Capricórnio, região pela qual se estende o Calaari.



Localizados no interior do território africano, os desertos ocupam grande parte do continente. Situam-se tanto ao norte (Dyif, Iguidi, da Líbia - nomes regionais do Saara) quanto ao sul (da Namíbia - denominação local do Deserto de Calaari).
Tendo as regiões norte e sul praticamente tomadas por desertos, a África possui relativamente poucos rios. Alguns deles são muito extensos e volumosos, por estarem localizados em regiões tropicais e equatoriais; outros atravessam áreas desérticas, tornando a vida possível ao longo de suas margens.

A maior importância cabe ao rio Nilo, o segundo mais extenso do mundo (após o Solimões-Amazonas), cujo comprimento é superior a 6.500quilômetros. Nasce nas proximidades do Lago Vitória, percorre o nordeste africano e deságua no mar Mediterrâneo. Forma, com seus afluentes, uma bacia de quase três milhões de quilômetros quadrados, cinco vezes mais extensa que o estado de Minas Gerais.

O vale do rio Nilo, abaixo da confluência entre o Nilo Branco e o Nilo Azul, apresenta um solo extremamente fértil, no qual se pratica intensamente a agricultura, onde as principais culturas são o algodão e o trigo. As grande civilizações egípcia e de Meroé, na Antiguidade existiram, em parte, em função de seu ciclo anual de cheias.
Além do Nilo, outros rios importantes para a África são o Congo, o Níger e o Zambeze. Menos extensos, mas igualmente relevantes, são o Senegal, o Orange, o Limpopo e o Zaire.



No que se refere aos lagos, a África possui alguns mais extensos e profundos, a maioria situada no leste do continente, como o Vitória, o Rodolfo e o Tanganica. Este último, com quase 1.500 metros de profundidade, evidencia com mais ênfase a grande falha geológica na qual se alojaram os lagos. O maior situado na região centro-oeste é o Chade.

Nas áreas de clima equatorial as chuvas são abundantes o ano inteiro; graças à pluviosidade, a vegetação dominante é a floresta equatorial densa e emaranhada. Ao norte e ao sul dessa faixa, onde o verão é menos úmido e a região está sujeita às influências marítimas, aparecem as savanas, que constituem o tipo de vegetação mais abundante no continente. Circundam essa região zonas em que as temperaturas são mais amenas, a pluviosidade menor e as estações secas bem pronunciadas. Aí se encontram estepes, que, à medida que alcançam áreas mais secas, tornam-se progressivamente mais ralas, até se transformarem em regiões desérticas.

Ao longo do litoral do mar Mediterrâneo e da África do Sul, sobressai a chamada vegetação mediterrânea, formada por arbustos e gramíneas. Nesta área concentra-se a maior parte da população branca do continente.

Como parte significativa de sua vegetação está preservada, a África conserva ainda numerosos espécimes de sua fauna: a floresta equatorial constitui abrigo, principalmente, para aves e macacos; as savanas e estepes reúnem antílopes, zebras, girafas, leões, leopardos, elefantes, avestruzes e animais de grande porte em geral.



ÁSIA


A Ásia é o maior continente da Terra, com 8,6% da superfície planetária (ou 29,5% das terras emersas). Parte oriental da Eurásia, a Ásia é também o continente mais populoso, com mais de 60% da população mundial.

Localizada principalmente nos hemisférios oriental e setentrional, a Ásia costuma ser definida como a porção da Eurafrásia (o conjunto África-Ásia-Europa) que se encontra a leste do mar Vermelho, canal de Suez e montes Urais, e ao sul do Cáucaso e dos mares Cáspio e Negro. É banhada a leste pelo oceano Pacífico (mar da China Meridional, mar da China Oriental, mar Amarelo, mar do Japão, mar de Okhotsk e mar de Bering), ao sul pelo oceano Índico (golfo de Áden, mar Arábico e golfo de Bengala) e ao norte pelo oceano Ártico.

A área territorial da Ásia é de aproximadamente 44,5 milhões de quilômetros quadrados, que correspondem a quase um terço de todas as terras emersas do planeta Terra. Nela vivem mais de três bilhões de habitantes, número que ultrapassa a metade da população mundial, resultando na extraordinária densidade demográfica de cerca de 70 habitantes por quilômetro quadrado.

Esse extenso território é cortado por três paralelos: no extremo norte, em território da Rússia, pelo Círculo Polar Ártico; no sul, pelo Trópico de Câncer; e, na parte central da Indonésia, pelo Equador.

Localizada quase totalmente no hemisfério norte, com apenas uma parte das ilhas meridionais da Indonésia ocupando o hemisfério sul, a Ásia estende-se de 10 graus de latitude sul a 80 graus de latitude norte. Distribuindo-se inteiramente pelo hemisfério oriental, estende-se de 25 para além de 180 graus de longitude leste.

Por constituir uma grande extensão continental de norte a sul, a Ásia ocupa todas as áreas climáticas do hemisfério norte: equatorial, tropical,temperada e polar. Estendendo-se grandiosamente também de leste a oeste, é cortada por 11 fusos horários.

O continente asiático apresenta contrastes: vastas planícies aluviais e costeiras e grandes planaltos com altíssimas cordilheiras, que se estendem por uma vasta área do centro-sul, desde a Turquia até a Indonésia. Isso tudo faz da Ásia o único continente com quase mil metros de altitude média. As mais altas montanhas localizam-se na cordilheira do Himalaia, mas há outras espalhadas por todo o território, estando localizadas na Ásia as 18 montanhas mais altas do mundo.

O relevo asiático se caracteriza por apresentar contrastes extremos de altitude:
As mais elevadas cordilheiras e planaltos da Terra: Himalaia, Pamir e Tibete, onde se localizam os pontos mais altos do globo: (Everest, 8.840 metros, Kanchenjunga, 8.598 metros, e muitos outros, com altitudes superiores a 7.000 metros).
As maiores depressões absolutas do planeta: o Mar Morto, 395 metros.

Algumas regiões banhadas pelo oceano Pacífico pertencem ao Círculo de Fogo, ou seja, devido a sua formação geológica recente estão sujeitas a erupções vulcânicas e a terremotos. É o caso do Japão e da Indonésia.

Alguns planaltos são muito altos e se intercalam às cordilheiras, como é o caso do Pamir e do Tibete, contrastando com outros mais antigos, de altitudes menos elevadas, como os da Armênia, do Decã.



As planícies fluviais asiáticas são recobertas com o aluvião trazido pelos rios que as percorrem e que se dirigem principalmente para os oceanos Índico e Pacífico. As principais planícies fluviais são a Indo-gangética (Índia), a Mesopotâmica (Iraque), a Siberiana (Rússia) e as dos rios Yang-tsé(China) e Mekong (Vietnã).
O continente asiático projeta, em direção aos oceanos que o circundam, diversas penínsulas, sendo as principais a da Anatólia, a Arábica, a Hindustânica, a da Indochina e a da Coréia.

A vasta extensão territorial e, portanto, as diferenças de latitude, a presença alternada de áreas baixas e elevadas, a grande influência das massas de ar e ainda a continentalidade e a maritimidade trazem para o continente grande variedade de tipos de clima e, conseqüentemente, de formações vegetais.

Nas terras situadas no extremo norte predomina o clima polar, que vai se tornando mais ameno em direção ao sul. O centro do continente, por situar-se distante de influências marítimas e, em parte, devido à altitude do relevo, que bloqueia a passagem dos ventos oceânicos, é dominado pelo clima temperado continental, que alterna verões de elevadas temperaturas com invernos muito frios. Já o temperado oceânico, ocupando grandes extensões do continente, sofre variações em função da altitude do relevo, da latitude e da maritimidade.

Mais para o sul, à retaguarda das grandes cordilheiras, que impedem a passagem dos ventos úmidos do oceano, encontram-se vastas extensões dominadas por climas semi-áridos e clima áridos, formando uma extensa faixa de desertos. A Ásia abriga a maioria dos desertos existentes na Terra: da Arábia (Arábia Saudita), da Síria, de Thal (Paquistão), do Thar (ou Grande Deserto Indiano), de Lut (ou deserto do Irã), de Gobi(Mongólia), de Taklamakan (China), Karakum (Turcomenistão), Kerman (Irã), da Judéia (Israel), de Negev (Israel).

No litoral da Ásia Ocidental surge uma faixa estreita de clima do tipo mediterrâneo, enquanto nos arquipélagos do sul do continente, nas proximidades do Equador, aparecem climas de tipo quente: equatorial e tropical.

Entre todos os tipos de clima da Ásia, no entanto, o que mais diretamente influi nas condições de vida locais, sobretudo orientando as atividades agrícolas, é o tropical de monções. Abrangendo as regiões mais populosas do continente, estende-se pelas planícies costeiras da Índia e do sudeste e leste da China, com violentas chuvas durante o verão. Caracteriza-se pela atividade dos ventos, conhecidos como monções, que sopram do Índico e do Pacífico para o continente durante o verão, e do interior da Ásia para esses oceanos durante o inverno.

A ocorrência de monções se deve ao fato de que as terras continentais aquecem-se e esfriam mais rapidamente do que as águas oceânicas. Durante o verão, o interior da Ásia, ao esquentar-se, forma uma área de baixa pressão, que contrasta com as altas pressões dos oceanos, provocando o deslocamento de ventos úmidos do mar para a terra. Esses ventos são as monções de verão. No inverno, ocorre o inverso: os oceanos estão mais quentes do que o continente, formando áreas de baixa pressão e atraindo os ventos continentais. São as monções de inverno.

Hidrografia
Tanto as chuvas abundantes da região influenciada pelos climas equatorial e tropical quanto a grande quantidade de neve derretida das altas montanhas favorecem a existência de grandes rios, que correm em quase todas as direções do continente asiático. Podemos destacar: rios que deságuam no Oceano Pacífico. Alguns têm grande volume de água devido às monções de verão. Merecem destaque os rios Huang-ho (ou Amarelo), Si-kiang e Yang-tsé-kiang (ou Azul), todos na China, além do Mekong, na Indochina; rios que deságuam no Oceano Índico. Alguns deles são também monçônicos e tornam-se muito volumosos durante o verão. Merecem destaquerios da Índia e de Bangladesh, como o Bramaputra, o Ganges e o Godavari, e o rio Indo, no Paquistão;
rios que correm para o norte e desembocam no Oceano Glacial Ártico. São exemplos os rios Obi, Ienisseie Lena, que congelam durante grande parte do ano. Como o degelo ocorre a partir de seus altos cursos, as águas, ao chegarem ao médio curso e encontrarem barreiras de gelo, esparramam-se por vastas extensões de suas margens, causando freqüentes inundações; Rios que desembocam no Golfo Pérsico. Merecem destaque o Tigre e o Eufrates, que formam a Planície da Mesopotâmia; Rios da Ásia Centro-oriental que deságuam em lagos. Podemos citar o Syr-Dariá e o Amu-Dariá, que desembocam no Mar de Aral, além de outros que desaparecem dentro do deserto.
A Ásia apresenta poucos lagos, embora de grande extensão, como o Baikal e o Balkhash, localizados na Rússia.

Se os lagos existem em pequeno número, os mares asiáticos aparecem com muito mais destaque: Mar Vermelho, que limita as costas africanas e asiáticas; Mar da Arábia; a sudeste, Mar da China Meridional, Mar da China Oriental, Mar de Andamã e Mar Amarelo; os mares da Indonésia: de Java, de Timor, de Banda, de Celebes; a nordeste, os mares de Okhotsk, do Japão e de Bering. No limite com a Europa, aparece o maior mar fechado do mundo, o Mar Cáspio.

Como as formações vegetais dependem do tipo de solo e principalmente do clima, a Ásia apresenta muitas variedades vegetais, ainda que parcialmente destruídas ou alteradas pela milenar ocupação humana.

No extremo norte do continente, junto ao pólo, não há condições para a existência de vegetação, porém mais ao sul, na Planície Siberiana, começam a surgir formações de tundra. Ainda rumo ao sul, à medida que o clima polar se torna menos intenso e o frio se estende por um número menor de meses, aparece a vasta região da taiga, quase integralmente pertencente à Rússia.

O maior destaque, entretanto, está nas estepes, que ocupam grandes extensões da Ásia Central, aparecendo em áreas de clima temperado continental.

Os arquipélagos situados ao sul do continente apresentam-se recobertos por florestas equatoriais e tropicais, não muito diferentes das que existem na Amazônia brasileira. Essas formações podem ser observadas também no centro-sul, onde igualmente se verifica a presença de savanas, em que a vegetação herbácea é dominante, apresentando arbustos e árvores em associações pouco densas, como o jângal na Índia.

Registra-se ainda a ocorrência de florestas temperadas em extensões consideráveis no Extremo Oriente e de vegetação xerófita nas áreas desérticas ou semi-áridas do continente.


Mais de 2 mil famílias ainda não fizeram averiguação do Bolsa Família

Cadastro do Bolsa Família em Petrolina (Foto: Amanda Franco/ G1)Cadastro do Bolsa Família em Petrolina
As famílias beneficiadas com o Programa Bolsa Família, do Governo Federal, precisam realizar a atualização do cadastro a cada dois anos. Em Petrolina, no Sertão pernambucano, cerca de 8 mil delas precisam atualizar os dados. Cerca de 2 mil ainda não compareceram à Secretaria de Cidadania ou no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para averiguação dos dados.
De acordo com a diretora do Programa Bolsa Família em Petrolina, Yanara Sobreira, mais de 3 mil famílias apresentaram inconsistência nas informações entre os anos de 2013 e 2014. “O Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) faz cruzamento de dados frequentemente com o Ministério do Trabalho e com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Eles viram alguma coisa que não estão de acordo”, afirmou a diretora.
A diretora do Programa no município destacou ainda que todas as famílias foram notificadas por carta, assim como pelo extrato bancário. “Caso haja alguma mudança na família em renda, endereço mudança de escola, precisa procurar o setor para modificar as informações. Quem não comparecer para atualizar os dados terá o benefício cortado”, ressaltou.
Para continuar recebendo o benefício, as famílias precisam ter renda per capita de até R$ 154. A Secretaria da Cidadania atende 200 pessoas por dia e as fichas são distribuídas a partir das 7h. O atendimento acontece até às 13h.
Os beneficiários devem levar as originais do RG, CPF, comprovante de residência dos últimos três meses (de preferência da conta de energia), além de Certidão de Casamento ou Nascimento, Título de Eleitor e Carteira de Trabalho. Para os filhos menores de 18 anos também devem ser levadas as certidões de nascimento destes e o comprovante de frequência escolar.
Fonte: G1 Petrolina